Se você tem mais de 30 anos, provavelmente já ouviu isso: “Saber Excel é um diferencial”. Pois é. Hoje, essa frase virou piada entre quem está no mercado. Não saber usar o Excel em 2025 é quase como dizer que você não sabe abrir um e-mail. O que era um “algo a mais” se tornou um “mínimo necessário”. E sabe o que está trilhando esse mesmo caminho — só que em uma velocidade muito maior? A inteligência artificial.
Sim, estou falando do ChatGPT, do Copilot da Microsoft, do Gemini do Google e de tantas outras IAs que estão invadindo nossos celulares, notebooks, sistemas de trabalho e até nossas conversas do dia a dia. Ainda tem gente que acha que isso é coisa de nerd ou de quem trabalha com tecnologia. Mas, me desculpe a franqueza: esse tempo já passou. Assim como o Excel virou básico em menos de uma década, dominar as ferramentas de IA será requisito básico em muito menos tempo. A diferença é que, enquanto o Excel precisou de anos para se consolidar, a inteligência artificial está levando meses.
IA: de curiosidade a competência obrigatória
Lembra quando o Excel era usado “só pra fazer planilha”? Hoje ele é ferramenta de gestão, projeção, análise de dados, e até de automação. Agora imagine que o ChatGPT, por exemplo, consegue escrever contratos, planejar aulas, gerar códigos de programação, criar roteiros de vídeos e até simular atendimentos de SAC. E tudo isso com a sua orientação — como um copiloto que entende o que você quer e entrega a estrutura para você refinar.
O diferencial agora não é “usar IA”. O diferencial é saber o que pedir para ela fazer. E isso muda tudo. Quem não aprender agora, vai correr atrás depois
As empresas já estão testando profissionais durante entrevistas com perguntas como: “Você sabe usar IA no seu trabalho?”. Se você ainda não se preparou para responder isso, está na hora. E olha, não precisa ser expert em tecnologia. Saber pedir, entender os limites da ferramenta e aplicar no seu dia a dia já te coloca à frente de muita gente. Eu brinco que o segredo é conversar com a IA como você conversa com um colega de trabalho — com clareza, objetivos e um pouco de criatividade.
O mundo muda, e quem não acompanha… fica pra trás
Pode parecer duro, mas é real. Não é sobre ter medo de que a IA vá “roubar seu emprego”. É sobre o risco real de perder espaço para quem souber usar essas ferramentas melhor que você. Hoje, o diferencial é saber como a IA pode aumentar sua produtividade, refinar suas ideias e melhorar seus resultados. E isso vale para qualquer profissão.
Se você é professora, empreendedora, advogada, vendedora, arquiteta, estudante… a IA pode ser sua parceira estratégica. O ponto é: você vai esperar ela se tornar obrigatória para começar, ou vai sair na frente agora?
Assim como o Excel deixou de ser “um plus” e virou “básico”, a inteligência artificial está seguindo o mesmo caminho — só que em velocidade turbo. E quem entender isso hoje, vai liderar amanhã.
A pergunta que fica é: você vai esperar a maré virar, ou vai começar a surfar agora?
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Um beijo e até o próximo artigo.
Fernanda Nunes



