Saúde

Dormir mal pode estar acabando com a sua saúde (e você nem percebe)

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Você já parou para pensar que passamos quase um terço da vida dormindo? E isso não é à toa: o sono é essencial para que nosso corpo e mente funcionem bem. Mas quando ele é de má qualidade ou insuficiente, as consequências aparecem rapidamente — e podem ser muito mais sérias do que apenas sentir sono no dia seguinte.

A ciência já mostrou que dormir menos de 7 horas por noite, de forma frequente, aumenta o risco de doenças como pressão alta, diabetes tipo 2, obesidade e até problemas cardíacos. Isso acontece porque, durante o sono, o organismo realiza processos vitais, como:

                •             Regeneração celular (reparo de tecidos e músculos);

                •             Equilíbrio hormonal (como a leptina e a grelina, ligadas à fome e saciedade);

                •             Memória e aprendizado (o cérebro organiza as informações recebidas ao longo do dia).

Quando o sono é interrompido ou insuficiente, o corpo entende que está sob estresse. O resultado? Mais fome, mais ansiedade, menos energia, maior dificuldade de concentração e queda na imunidade.

Um estudo publicado no European Heart Journal mostrou que pessoas que dormem mal têm até 48% mais risco de desenvolver doenças cardiovasculares. Outro dado importante é que a privação de sono pode reduzir a expectativa de vida em até 12% segundo pesquisas da Sleep Research Society.

O que você pode fazer para melhorar seu sono:

                •             Criar um horário fixo para dormir e acordar;

                •             Evitar cafeína, álcool e telas luminosas antes de deitar;

                •             Deixar o quarto escuro, silencioso e confortável;

                •             Praticar atividade física regularmente (mas não muito perto da hora de dormir).

Alimentação também faz diferença!

Alguns alimentos ajudam o corpo a relaxar e estimulam a produção de melatonina e serotonina, hormônios ligados ao sono:

                •             Banana, aveia e nozes: ricos em triptofano, precursor da serotonina;

                •             Chás calmantes como camomila e erva-cidreira: ajudam a reduzir a ansiedade;

                •             Leites vegetais ou derivados magros (para quem consome): fonte de cálcio, que auxilia na produção de melatonina;

                •             Peixes como salmão e sardinha: ricos em ômega-3 e vitamina D, que favorecem a regulação do sono.

Por outro lado, evite refeições muito pesadas, excesso de açúcar, refrigerantes e café à noite, pois eles atrapalham o descanso.

Dormir bem não é luxo, é necessidade básica para viver com saúde e qualidade de vida. Então, da próxima vez que pensar em “virar a noite” ou “dormir só mais 4 horinhas”, lembre-se: o sono é o combustível da sua vida.

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